DA REDAÇÃO DO PORTAL GPN

Em um cenário onde os índices de violência contra a mulher exigem mais do que apenas vigilância, a busca por autonomia e segurança tem levado o público feminino para dentro dos tatames. O Jiu Jitsu, conhecido como a “arte suave”, está se consolidando em Três Lagoas (MS) e região como uma das ferramentas mais eficazes de defesa pessoal. Sob a coordenação estratégica do experiente Sen Sei Luis Alexandre de Oliveira, a professora voluntária Marina Nunes lidera um núcleo dedicado exclusivamente ao fortalecimento feminino, provando que a técnica e a inteligência podem, sim, anular a força bruta de um agressor.
1. A TÉCNICA QUE ANULA A FORÇA: POR QUE O JIU JITSU?
Diferente de outras modalidades que dependem de impacto e força física superior, o Jiu Jitsu baseia-se em alavancas, pontos de pressão e equilíbrio. É a modalidade ideal para a defesa pessoal feminina, pois permite que uma pessoa menor e fisicamente mais fraca consiga se desvencilhar, imobilizar ou finalizar um oponente muito maior.
- Segurança e Confiança: Mais do que aprender a “lutar”, as alunas da professora Marina Nunes aprendem a identificar situações de risco e a reagir com frieza. O treinamento cria um “escudo invisível” que altera a postura da mulher diante de uma possível ameaça.
- O Portal GPN comenta: Em um estado que registra muitos feminicídios e agressões domésticas, saber se defender não é um luxo, é uma necessidade de sobrevivência. O trabalho da professora Marina Nunes vai além do esporte; é um serviço de utilidade pública que devolve às mulheres o direito de ir e vir com menos medo. ⚖️🥋🛡️
2. O TRABALHO DE MARINA NUNES: FOCO NA REALIDADE FEMININA
Sob o olhar atento do Sen Sei Alexandre, Marina Nunes conduz aulas onde o foco é a defesa pessoal real. O grupo, que já conta com diversas mulheres inscritas, foca em situações cotidianas onde a agressão pode ocorrer, ensinando técnicas de saída de agarrões, defesa contra ataques no chão e controle emocional sob pressão.
- Ambiente de Acolhimento: As aulas proporcionam um espaço onde as mulheres se sentem à vontade para expor suas inseguranças e transformá-las em força. A coordenação do Sen Sei Alexandre garante que a tradição e a disciplina do Jiu Jitsu Humanitário sejam o alicerce de cada treino.
3. O OLHAR DO GPN: A PREVENÇÃO COMO MELHOR CAMINHO
O Portal GPN analisa que a iniciativa de abrir turmas focadas no público feminino é uma resposta direta à insegurança que assola as ruas e lares. Como bem destaca o Sen Sei Alexandre: “É melhor você saber e não precisar, do que precisar e não saber”.
- Vagas Disponíveis: A boa notícia para as mulheres de Três Lagoas (MS) e região que buscam proteção e condicionamento físico é que há vagas disponíveis. O projeto busca expandir esse conhecimento para o maior número possível de cidadãs. 🧱🚩
O VEREDITO DO GPN: O avanço da violência contra a mulher no Brasil é uma mancha que exige reações em todas as frentes. Enquanto as leis e a segurança pública lutam para ser eficientes, o Jiu Jitsu oferecido pela professora Marina Nunes surge como uma barreira física e psicológica imediata. Inscrever-se nessas aulas é um ato de amor próprio e de coragem. O GPN aplaude a iniciativa da coordenação do Sen Sei Alexandre e reforça: mulher treinada é mulher protegida. Não espere o perigo chegar para descobrir a força que você tem.
💬 REFLEXÃO GPN: “O conhecimento técnico é a arma que nenhum agressor consegue tomar de uma mulher.” ⚖️🚫👊
📌 GPN: Incentivando o esporte, a defesa pessoal e o fim da violência contra a mulher.


